A WhiteHat e Nuno Mendes, CEO da empresa, foram convidados pela revista IT Channel, para participarem no primeiro fórum do ano dedicado à cibersegurança. Este fórum foi marcado pela presença de vários especialistas que abordaram o tema do crescimento da cibersegurança nas organizações.

Neste fórum, Nuno Mendes afirmou que concorda que há um crescimento de perceção do risco, fruto das recentes fugas de dados que são noticiadas nos vários órgãos de comunicação social. O CEO espera “que os dados da IDC estejam incorretos e que o crescimento
seja maior”, até porque a WhiteHat “tem visto um bocadinho mais no último ano”. Fazendo a analogia com os seguros, Nuno Mendes explicou que “os seguros, se não forem obrigatórios, passam para último plano e raramente são vistos como um investimento”; com a
cibersegurança, salvo raras exceções, é isso que acontece no mercado.

“As PME têm necessidades e maturidades de cibersegurança diferentes”, declara Nuno Mendes . “É necessário sensibilizar todos os players desta área, toda a cadeia de distribuição, sobre esta matéria da cibersegurança e passar a mensagem desde o topo – onde já há um domínio completo sobre a segurança e os riscos –, até ao elemento que está em contacto com o cliente. Esse é um desafio grande”, afiança. Assim, é necessário sensibilizar as empresas e os decisores, através, por exemplo, de uma análise de risco.

Nuno Mendes CEO WhiteHat IT Channel Edição Cibersegurança

Fotografia: IT Channel

Referiu que aquilo que se vê no terreno em Portugal são situações maioritariamente mais simples, mas que continuam a ter um impacto severo nas organizações nacionais. “Existem outros vetores de ameaça que tiram proveito de ataques massivos, que não carecem de um reconhecimento das vulnerabilidades mais interessantes, como plataformas de Ransomware-as-a-Service. Em termos práticos, o que vemos maioritariamente são ataques dirigidos a vulnerabilidades já existentes e conhecidas”.

O CEO e especialista em cibersegurança completou que a inteligência artificial terá uma componente importante, mas que não deverá aparecer uma “tecnologia ou solução unicórnio que seja capaz de identificar com zero falsos positivos qualquer tipo de ameaças”.

Veja a entrevista na íntegra aqui ou no website da IT Channel.

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